sexta-feira, 12 de julho de 2013

6º Capítulo

 Em sua vigia da madrugada, Lance estava pensativo. Estava coberto com uma coberta preta. Ele ouviu um barulho e ficou atento. Ele pensou ter ouvido de dentro da floresta, na entrada dela do outro lado da fogueira.
Ele se levantou, correu para lá com sua espada de lâmina negra, com detalhes de ouro, como se fossem símbolos. De olhos atentos, olhava para todos os lados. Noght's surgiram, de cima das árvores.
- Só foi ela falar.- Reclamou Lance
- Aaah.- Gritou um Noght, que assim que lance percebeu quem era abriu um sorriso.
 O Noght veio com a comum lâmina no lugar da mão de um Noght. Todos ele fazem isso, e só podem usar este tipo de armas. Lance com sua espada empunhada, bateu na lâmina ela virou e trapaceou o Noght. O Noght não menos esperto, parou rapidamente e pegou impulso saltou para trás de Lance, e deixou sua lâmina na altura do pescoço o ameaçando.
- Faz tempo que não te vejo hein Lance.- Disse o Noght, ainda segurando a lâmina no pescoço de lance.
- O mesmo digo eu, Baldwin.- Disse Lance.
 Então ele se viraram, e deram um abraço um no outro. Depois Baldwin mandou os outros que deixassem eles. e foram para fogueira de onde Lance, Candra e John estavam.
- E sua mãe Lance? Como está?- Perguntou Baldwin.
- Morreu. Uns dois meses depois que você partiu.- Respondeu Lance.
- Sinto muito Lance.-  Lamentou Baldwin
- Vamos sentar ali.- Apontou Lance para a árvore aonde estava sentado antes.
 Baldwin, tirou de sua capa negra, algo como um pequeno violãozinho. Começou a tocar sing's baldwin't que ele mesmo escreveu:
                                     Vivendo na noite, vigiando os afoitos.
                           O mal não vê, mas usar de seu poder.
                         E as ondas do mar, me fazem chorar.
                    As memórias vem, E lembro de casa também.
 - Muito bonito hein.- Disse Lance.
- E você? Ainda toca?- Perguntou Baldwin, relembrando a sua infância junto com Lance.
- Não como antes, mais ainda lembro a musica que escrevi pro Terce.- Disse Lance, pegando o pequeno violão, e comeu a cantar:
                                                   Eram três, e ficaram dois.
                  Se amavam, vamos ver o que acontece depois.
                  Eram grandes amigos, de um o ouro tirou a visão.                             E do dia pro outro, este, me abateu com um punhal na mão.
- É, bons tempos hein Lance.- disse Baldwin.
- Sim. Já vai?- Perguntou Lance.
- Tenho vigias hoje a minha espera.- Respondeu Baldwin.- Soube do dragou em Raisenkar?
- Sim.- Respondeu Lance.- O...
- O temível Destrono, o dragão de fogo.- Disse John, que quase matou os dois de susto.-  Vocês sabiam que não existe somente dragões de fogo aqui em Skarpa?
- Sim. Já até confrontei um, o kalamiir.- Respondeu Baldwin.
- Você deve ser um Noght. Talvez quarta classe, será?- Supôs John.
- Quinta. Mas ainda esse mês quem sabe se eu descobrir quem quer matar o rei, não passo logo para a segunda né?.- Falou Baldwin.
- Tem alguém querendo matar o rei?- Perguntou Lance.
- Sempre tem.- Disse John, soltando um risadinha baixa irônica.
- Seu irmão corre perigo, e você fica rindo.- Disse Bladwin.- Vejo que você muito amante da união familiar.
- Como você descobriu?- Perguntou John, que com um sorriso no rosto brincava com as chamas da fogueira.
- O cabelo, o sigma, os olhos. E principalmente o rosto.- Respondeu Baldwin.- Você são muito iguais. Então você é o famoso, "Rei traído pela bondade" né?
- Isso é um apelido, ou título, feio para a minha pessoa.- Disse John.
- Por quê você tem esse título John?- Perguntou Lance.
- Vamos ver se você é inteligente mesmo, explique a ele caro Noght.- Disse John.
- A alguns anos, antes de Tiridiun III morrer, e só tinha dois filhos.- Começou Baldwin.- O mais velho, que ninguém nunca soube o nome, pois envergonhava a família por não ter matado um homem, que sem querer o derrubou. Ele alegava que não havia motivos. Mas a família queria que queria, que o garoto pusesse o homem em chamas, fazendo-o sofrer até a morte. Ma o menino não o fez. Então, seu pai o afastou do mundo e o prendeu em casa. Pelo contrário, sua mãe se orgulhou, pois pensou que ele iria ser perverso como o resto da família. Seu pai, o então rei ainda, o deixava semanas sem comer algo. Mas o menino era muito inteligente. Ele ficava sem comer, dentro de uma cela, da prisão. E sempre quando passava um lagarto ou um rato, subornava o guarda para trazer-lhe água. Então ele fervia a água co o animal dentro, e depois o assava com o seu sigma do fogo. O rei cansado já das bondades que o menino fazia, mandou executá-lo junto com sua mãe que o incentivava a isso. Mas ele já havia ficado forte, poderoso -mais até que o próprio rei- e escapou com a sua mãe. E desde então, o irmão mais novo do menino, Jonso I, virou o rei. E prometeu ao seu reino, que iria achar o seu irmão e iria decapitá-lo em praça pública.
- Quanta nostalgia.- Disse John, soltando gargalhadas.- Então quer dizer que o " Rei Phoenix" está em perigo?
- Sim, foi atentado de morte dezenove vezes já.- Responde Baldwin.- Mas como é impulsivo, e muito arrogante, sempre transformava os criminosos em cinzas antes que os guardas chegassem, E agora quer que os Noght's descubram quem foi.
- Entendi.- Disse John.
- Eu vou indo, majestade.- Se despediu Baldwin.
- Majestade?
- Majestade?
- Desde que eu era pequeno, nunca considerei Phoenix como rei, pra mim sempre foi o senho quem devia ter pego o trono.- Explicou Bladwin.
- Entendo. Se um dia eu for rei, você estará na lista de sucessão ao trono meu amigo.- Disse John, colocando a mão no ombro de Baldwin, e com um sorriso no rosto, como se nunca fosse acontecer.
- Adeus caro amigo.- Disse Lance.
- Adeus aos dois.- Se despediu pela ultima vez Baldwin, que escalou uma árvore de mais ou menos trinta metros em dois segundo, e foi pulando de te topo em topo.
- Vamos Lance, Precisamos partir para Kunate. Está na hora.- Disse John guardando as coisas. E ainda temos que levar Candra, Nilberrein.
 O dia amanheceu, e o trio já estava perto das muralhas enormes de Kunate. John, não foi para conversar com o imperador mas sim para outra coisa. Por esse motivo, não entrou pelo portão da frente, deu a volta na cidade inteira, sabia que o único jeito de entrar no castelo era por trás dele escalando a muralha feita de truro negro. Tal material, que se for exposto a outro bem quente gruda nele. Então John escalou a muralha, e Lance com o sigma da terra, fez com que um morro levantasse até o fim da muralha, e junto com ele Candra.
 E lá estavam no telhado do castelo do imperado, entrou pela janela de uma das torres, e foi descendo até o andar da sala do trono. Ele matou um guarda que usava uma lança...
- Saber usar isso?- Perguntou John para Candra.
- Eu sou de Nilberrein, claro que sei usar.- Respondeu Candra, pegando a lança. E começaram a descer a escada de novo correndo. Quando chegou no andar da sala do trono, na entrada do corredor da porta, John parou e olhou para ver se havia alguém. Tinha dois guardas na porta, que não foi difícil para Lance e Candra cuidarem. Lance fez um corte no abdômen e na garganta com sua espada, e Candra acertou a ponta da lança na cabeça do outro. John abriu a porta, segurando sua espada, sua voz havia mudado de novo, seus olhos voltaram ao cinza. O imperador tinha seis guardas do lado do trono, e os mandou para cima de John.
 Três vieram com espadas, que John no primeiro encontrou a sua espada com a dele, e outro vindo na sua direção ele segurou o outro com a mão. Ele derreteu a cabeça do guarda que segurava com a mão, deformando seu rosto de tanto fogo que John usou. E o que as espadas se encontravam, ele fez um movimento fazendo a espada do guarda ir para o alto, e encravando a sua no peito dele. Os outros assustados, partiram pra cima dele um com uma espada e quatro com lanças. Ele fez um movimento chamado: Deep Cut. Ele com sua espada cortava o ar, fazendo com que sua lâmina ganhasse energia e criando um corte de vento que só os melhores dos melhores espadachins poderiam faze com que sua espada segurasse esse movimento, ou golpe se preferir. Com o espadachim não era muito bom não pode segurar o golpe, e a lâmina de sua espada se partiu e ele foi cortado ao meio, junto com todos os outros guardas.
 John foi andando calmamente, para cima do imperador. John estranhou não ter visto nenhum micale, e Makin estar tão quieto, debaixo do capuz com forma de cabeça de lobo.
- Quanto tempo hein Makin...- Disse John.-...Por que você mandou que me matassem?
- Como assim?- Perguntou Makin, sarcasticamente, sorrindo.
- Acha que não percebi que era ele que ele estava me seguindo, e espiando?- Perguntou John, que estava a frente do imperador sentado no seu trono.
- Você deve morrer.- Disse o imperador.- Acha que eu não sei o que você está planejando com Átemo. Vão tirar o rei do trono, vão usar aquela lenda estúpida dos sigmas.
- Ela é real Makin.- Disse John segurando toda sua fúria.- Eu treinei com o anciões do norte, na montanha sigmática.
- Mas acha que isso vai derrotar o poderoso Phoenix?- Perguntou Makin.
- Seu idiota...- Disse John, que rapidamente com a luz, se inclinou e sua lâmina estava no pescoço de Makin.-...Eu não preciso daquilo, eu esquartejo ele sozinho, mas não quero me envolver nessa história. Não tenho nada a ver com isso, nem coisa minha é, só fui lá pra ter mais conhecimento. E você vai pagar pelo o que fez, ao tenta me matar mais de cinco vezes, sua cabeça é minha. Então na suas ultimas palavras me diga o por que fez isso.
- O Phoenix, ele me mandou o fazer. Está atrás de você, acha que você que quer mata-lo.- Disse Makin.
 E então John, corta a cabeça de Makin, se dirige ao carteiro que estava escondido atrás do trono e John tinha percebido. Ele arranjou uma caixa, e a endereçou para o Phoenix.
- Pode deixar, eu entregarei.- Disse o carteiro tremendo com a presença de John.
- Lance!- Exclamou John.
- O que?- Disse Lance que veio correndo a John.
- Se prepare, cuide de seus ferimentos, coma um pouco.- Disse John.- Enquanto eu peço reforços.
- Reforços? Pra que?- Perguntou Lance.
- Os micales vão entrar em guerra comigo depois de hoje.- Disse John, saindo da sala do trono.

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