quarta-feira, 14 de agosto de 2013

10 Capitulo- Os sentimentos de John, e a questão para Átemo.

 Bom, eu comecei essa história e nem disse quem diabos eu sou. Eu sou aquele que sempre quando está dando tudo errado, dá um jeito de acabar. Acabando bem ou mal, basta a mim decidir. Pode me chamar de Relâmpago, pois sou tão rápido quanto um e brilho como um. Bom, depende do que você considera brilho, um brilho bom ou um brilho mal. Já tive tanta influência na vida das personagens como John, Lance e até o próprio Madrakian I e eles nunca souberam. Um amigo meu, um tanto quanto sombrio, me chama de illuminati de vez em quando ( Quem vem do latim, "iluminado".), ele nunca nem me disse o porque. Bom mas essa é outra história. Depois que nosso caro amigo, o "decepador", descansou após uma longa conversa com Candra. Em seus sonhos, parecia que havia virado realidade e se tornado como eu. Via tudo e a todos. E então começou a ter a visão de duas pessoas num topo de uma montanha. Uma delas deitada, e a outra agachada fazendo movimento com os braços. De repente sua visão pode se ajustar, e viu que era o topo de uma cachoeira, pelo chão úmido e o som estrondante de quebras d'água ali perto. Como estavam num topo de um montanha, é muito impossível ser um rio próximo. O homem agachado, estava lavando as mão na cachoeira. Mas de repente a cachoeira começou a dar sinais da água fraquejando, como se estivesse congelando. Então se levantou, e foi para perto do corpo estirado no chão, como se ele estivesse morto. Ele pegou uma faca da sua calça, e a colocou no pescoço do corpo. E então cortou a garganta, e foi afundando a faca até que decapitasse o corpo imóvel. Andou até a beirada da cachoeira, e John ouviu o homem sussurrando:
- Ágaticos, que queimem por dentro!- E então o homem esticou o seu braço esquerdo, aonde segurava a cabeça e a largou. E John acordou assutado, como se tivesse visto um fantasma. E desesperado correu para o banheiro, e no banheiro havia uma bacia debaixo de um espelho. A bacia estava sendo sustentada por um espiral de ouro. Algum tempo depois isso ficou conhecido como pia. John se debruçou na bacia, e ficou se olhando no espelho. Ele então começou a ter alucinações, e antes onde via seu rosto via o rosto de seu pai. Seus cabelos dourados, e sua cicatriz característica do seu rosto. Depois o rosto mudou, e apareceu um rosto igual ao de John mas só que um pouco mais jovem e a barba diferente da barba de John. John de repente fica pasmo, e grita e dá um soco no espelho atravessando a parede.
- "Matre dufo Mutre, dufo kar."- Disse John em Calamiro antigo.
- O que houve?- Disse Candra que estava na porta o tempo todo, acordou com o barulho que John fez ao sair do sonho.- Por quê você fez isso?
- Candra...- Disse John.-...eu o vejo, nos meus sonhos, minha memória e até no meu reflexo.- John então caiu de joelhos, começando a sair lágrimas de seus olhos. Candra então se abaixou também, e perguntou:
- Quem?- Disse Candra com a mão no rosto de John, com um olhar assustado.
- Drak, Madrakian, O tirano, O demônio de fogo, O genocida de água...- Disse John levantando seu rosto.- ...Escolha um desses.
 Candra então fechou seus olhos, respirou fundo, e de repente jogou sua cabeça para frente e beijou John. Este, ficou assustado, mas fechou seus olhos e aproveitou o beijo. Então se levantaram, e John a levantou pelas pernas, e a encostou na parede. John então a direciona para a cama, e tira seu blusão e começa a tirar a camisola que Candra usava. Os dois deitaram na cama, e começaram a fazer sexo como se fossem um casal apaixonado. Um criou então o sentimento pelo o outro, como se se amassem a bastante tempo e aquele seria o ultimo dia de cada um no mundo.
 Lance continuava a admirar o céu. Para Lance, ele nunca quis tanto ter um pai quanto agora. E sentia como se tivesse mesmo um pai, que no caso era John. A história pode ter avançado rápido, mas desde aquela época que John encontrou Lance naquele vilarejo já faz dois meses. Foi um mês de viajem só para saírem do nordeste e ir para o norte aonde aconteceu a batalha entre os micales e John. Way foi embora quando Lance tinha apenas sete anos. E depois com dez anos, Marilyn morre. Lance se fechou tanto após isso, que ficou um pouco mais longe até mesmo dos amigos de rua. Baldwin o fez se achegar de novo, pois ele amava Lance como um irmão e odiava ver seu irmão mais novo passar as noites na rua fria sozinho, longe até mesmo da fogueira que faziam, sempre que conseguiam roubar fósforos, sem poder se esquentar. Lance nunca teve a presença de um exemplo masculino além de Baldwin. Mas quando conheceu John, e por caridade John disse que o acolheria, achou que seu pai não seria nada perto dele. Mal sabe ele quem o pai é. Lance voltou para o quarto, e voltou a dormir. No dia seguinte, Lance acordou quase cem por cento melhorado, como se tivesse sido curado instantaneamente pelos curativos de Átemo.
- Bom dia garoto, como se sente?- Diz Átemo, ao perceber a chegada de Lance na sala de jantar, para tomar seu café da manhã. Ele se senta na grande mesa retangular da sala.
- Bem melhor. Obrigado por tudo Senhor Átemo.- Diz o garoto.
- Que isso, mas da próxima vez que me chamar de senhor queimarei sua língua. Se sirva rapaz.
- Desculpe não estou acostumado com tal mordomia. E muito menos com tanta comida.- Respondeu o menino. Ele então pegou um prato, e pegou quatro salsichas, ovos, frutas, bacon, alguns pães e uma jarra inteira de suco de mangala.
- Você come bastante hein garoto.- Disse Átemo soltando uma risada enquanto olhava alguns papéis, e assinava outros.
- Depois de tantos anos comendo uma vez por semana restos no lixo, acho que foi o extinto. Me perdoe.
- Como assim, você não tinha dinheiro para comer?- Perguntou Átemo, soltando a pena no tinteiro.
- É que eu morei na rua por metade da minha vida. Quando meu pai foi embora, eu e minha mãe tínhamos que roubar para comer.- Explicou o menino.- Foi difícil, principalmente para a minha mãe. Infelizmente ela partiu.
- Sua mãe?- Perguntou Átemo, colocando a mão no queixo e coçando.- Você é filho de Way Alberty né?
- Infelizmente, sim.- Disse o garoto com o tom de nojo, e voltando a comer.
- Sua mãe por acaso se chamava Marilyn Nucleovo?- Perguntou Átemo.
- Marilyn sim, mas não sei se esse outro nome aí era dela. Afinal, ela nunca me contou nada sobre sua vida antes de se casar com aquele homem.
- Você odeia ele não é? Que pergunta idiota é claro que odeia, mas que mal lhe pergunte, por quê?- Perguntou Átemo.
- Antes que ele partisse, nós vivíamos bem, não eramos ricos mas pelo menos tínhamos uma vida aceitável.- Começou a explicar a Átemo.- Mas ele partiu e não pode nos defender daqueles homens.
- "Daqueles homens"?- Peguntou Átemo.
- Sim.- Respondeu Lance.-  Um dia depois daquele cara sumir, vieram alguns homens e nos puseram para fora e queimaram nossa casa. E depois mataram todos os nossos vizinhos, e queimaram o vilarejo. Não só uma alma ficou viva. E depois, quem restou vivo, os levavam em fileira pra praça do vilarejo, aonde havia ali um chafariz muito bonito. E puseram elas envolta do chafariz, de frente pra eles, ajoelhados. Cortavam as gargantas delas e elas caíam com suas cabeças mortas nas águas do chafariz. E a água que saía do chafariz, era metade água e metade sangue. O sangue daquelas pessoas. Eu não sei o porque, mas deixaram eu e minha mãe assistirmos, e depois foram embora. E aí caminhamos pela estrada, e encontramos bandidos que nos capturaram. Estupraram minha mãe, não só uma noite, mas várias seguidas. Eu era um escravo, e apanhava por diversão para eles. Me humilhavam. Cagavam e mijavam em mim e em minha mãe. Um dia fomos parar no vilarejo aonde John me encontrou. E lá, quando chegou a noite, minha mãe deu um jeito de arranjar uma faca e cortou a garganta de todos eles. E desde então vivemos naquelas ruas daquele vilarejo. E eu acho que de tanto ser estuprada, ela pegou alguma doença, pois sempre vivia doente. Depois de ela matar os homens, eu só tinha ela e os outros mendigos. Um deles se tornou um grande amigo meu, e virou até um Noght. Um ano depois disso ela morreu de alguma doença. E por isso que eu odeio meu pai.
- Nunca mais, enquanto estiver vivo odeie seu pai garoto.- Disse Átemo se levanto com brutalidade.- Seu pai foi um grande amigo meu, tanto meu quanto de John. Nós o conhecemos, e sabemos que ele era um bom homem. Bom o suficiente, que duvido que largaria a esposa e o filho.
- Então você tá querendo dizer em outras palavras que ele não foi embora. Você quer dizer que algo aconteceu que ele não pode ir para casa?- Perguntou o garoto, com a cara pálida.
- Chega de assunto...
- Não, agora eu quero saber.
- CHEGA.- Gritou Átemo.- Quando eu puder te dizer algo garoto, eu direi, mas no momento não posso. Você vai ter um treino especial hoje.
- Treino? De que?
- Esgrima ué, você não usa espada?
- Sim, mas....- Começou a dizer o garoto quando foi interrompido.
- Eu preciso ir agora. Phoenix me espera. Vá no mercado, e compre algumas frutas mutalo para que possa melhorar mais rápido.
- Tudo bem.
- Garoto, desculpe gritar com você.- Disse Átemo ao deixar a sala.
 O garoto pareceu não se importar com o grito. Então mais tarde ele foi para a cidade, e parece que nem se importava com o fedor e o mau cheiro. E ele viu um mulher familiar a ele, entrar em uma das casas. E ele logo se tocou de quem era: Lucila.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

9º Capítulo

 A noite veio, e John foi se deitar. Seus homens pernoitaram a noite no castelo do imperador. John, na sua forma de deboche e ousadia mais grotesca, ficou com o quarto de Makin. Tirou sua armadura, e tomou um banho. O estranho, é que John parece ter alguns sintomas de paranoia, pois ele levava sua espada para todos os lados. Se deitou na cama do imperador, e começou a ler um livro. O livro era um tanto quanto muito chato para John, mas como ele quer aprender mais sobre alguns assuntos ele achava que o sacrifício valeria a pena. Então, alguém bate na porta, e se apercebe que é Candra.
- Ainda bem que você não estava dormindo!- Exclamou Candra se sentando em cima da cama.
- Precisa de algo?- Perguntou John.
- Sim, alguma distração. O dia foi muito cheio, e estou nervosa.- Disse ela.
- Que tal uma aula de história?- Perguntou John.- Não não, melhor. Que tal algumas perguntas?
- É, pode ser. Vamos ver se eu sei mais que o grande John Hurt.- Disse a mulher, soltando uma risadinha leve.
- Tudo bem então. Vamos começar com essa...-John prosseguiu.-...Quem foi Assaunt Gainsburg?
- Hum, acho que ele foi o conselheiro do Rei Madrakian I. - Respondeu Candra.
- Isso, muito bem.- Disse John.- E como as cachoeiras Di Lacorte congelaram?
- Se não me engano, na luta entre Madrakian e Ányaht, quando Madrakian o decapitou, ele jogou a cabeça do Ányaht nas água que caiam na cachoeira.- Respondeu ela.- E por ser um sigma d'água, ele era amigo delas, e elas ficaram tão tristes com a morte horrível de seu amigo que congelaram.
- Quase lá!- Disse John.-  Drak, lavou as mãos cheias de sangue de Ányaht, e nisso ele percebeu que as deixava triste, que nem desciam elas faziam. Então jogou a cabeça lá.
- Aquele homem, não era um homem, era um monstro!- Exclamou Candra num tom de nojo.- Teve a morte que merecia.
- Não fale dos mortos, que não os conhecia vivos.- Disse John.
- Você não acha que aquele demônio, era um homem?- Perguntou Candra, se exaltando e levantando da cama.
- Eu disse isso?- Perguntou John num tom áspero.
- Chega, boa noite Lorde Hurt.- Disse Candra saindo do quarto.- Espero não ser degolada enquanto durmo.
- Preciso de um favor seu.- Disse John.- Quero que fique aqui amanhã, pois eu entrarei no bosque dos cem fantasmas  para visitar um velho amigo.
- Certamente né, pois ainda preciso de você.- Disse Candra.
- E eu mais ainda de você.- Disse John.
- Owwnt, que bonitinho, se declarando John Hurt?- Perguntou Candra
- Prefiro beijar um orck!- Disse John, voltando a ler.
  Em Siridium, Lance está em sua cama, olhando pela janela ao lado dela. Admira o lindo céu de Skarpa, e percebe as nebulosas no céu e suas poeiras espaciais brilhosas. O céu de Skarpa, não se sabe o porque, mas dá até para admirar planeta adjacentes a ela. Então Lance se levantou da cama gemendo por seus ferimentos, e saiu do quarto. Andava pelos corredores morrendo de dor, mas tomava cuidado para não fazer barulho. Chegou num corredor que tinha acesso a uma varanda, e caminhou até a sacada. Ele se debruçou nela e ficou admirando a linda cidade de Siridium( A qual nem sempre foi chamada assim.).
- Não consegue dormir?- Perguntou Átemo que estava sentado em cima da sacada.
- Átemo, você não sabe o susto que me dera agora!- Exclamou Lance.
- Desculpe garoto.- Disse Átemo rindo.- Mas então, vai me contar o por quê não consegue dormir?
- Meu pai. -Respondeu Lance.- Não paro de pensar que se ele tivesse se importado comigo, e me criado e não seria alguém melhor ou um lutador melhor.
- Garoto, entenda: Nem sempre somos o reflexo do que os nosso pais nos ensinam.- Disse Átemo.- Deixe eu te contar um história. Havia um guerreiro chamado Ányaht. Este, era conhecido por ser justo, solidário, tratava todos com respeito e amor, carinhoso com todos e principalmente um homem de honra. Não tivera filhos porque sua esposa era incapacitada, mas não houvesse um órfão sequer que ele não arranjasse pais adotivos. E então ele encontrou um garoto, muito revoltado. O garoto era do sigma do fogo, embora Ányaht fosse do sigma da água não tinha preconceito, porque eu acho que você que antes de genocídio Árkhar os do fogo e d'água sempre estiveram em conflito e alto preconceito. Ele o pegou, o criou e ainda o ensinou a arte da Sword-Ax. Naquela época não havia ainda as espadas de lâminas afiadas. Sempre o ensinou a nunca acreditar em fofocas, ou sempre procurar saber de mais de um a verdade por trás de algo duvidoso. Bom o garoto cresceu, e parece que num ponto de sua vida ele esqueceu tudo que Ányaht, seu pai praticamente havia o ensinado. Esse menino, que já havia se tornado um homem foi o nosso primeiro rei. Quando Ányaht foi confronta-lo para tentar para-lo com suas atrocidades, sabe o que o menino fez?
- O que?- Perguntou Lance fascinado com a história, e já havia entendido que era Madrakian I o menino.
- O decapitou, e depois jogou sua cabeça nas cachoeiras Di Lacorte.- Respondeu Átemo virando sua cabeça para a cachoeira congelada, indicando que aquela era a cachoeira Di Lacorte.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

8º Capítulo.

- Vou leva-lo á Siridium.- Disse Átemo saindo da casa de aonde Lance estava. E John jogou uma bola de fogo no chão e fez uma chama enorme, e Átemo entrou nela e se teletransportou para Siridium. Chegando lá, ele saiu diretamente no quarto de sua casa, saiu de dentro da lareira que tem lá. Ele correu pelos corredores, e chegando no final de um virou a direita, aonde tinha uma escada, desceu nela e chegou num quarto subterrâneo. Lá ele colocou Lance em cima da mesa e começou a limpar as feridas.
 Em Kunate, John estava preocupado com Lance mas foi pesquisar no castelo na biblioteca real. Chegando lá tentou descobrir como Makin sabia tanto sobre a lenda dos sigmas. Ele olhou em todas laterais dos livros, viu um sobre a história de Skarpa, outro sobre como fazer com que ele se transformasse em lobo, mas John não se importou com tais. Ele achou um livro que na frente tinha os três símbolos dos três sigmas existentes, mas não tinha título. John abriu e já começou com um texto falando sobre sigmas:
     O que são sigmas?
  Sigmas são afluentes de poder das três crisas, que fica na montanha sigmática. Quando os bebês nascem,são levados lá para serem postos diante as três crisas, e serem expostos a energia que sai delas, e o afluente de poder que maior se encaixar dentro do perfil físico do bebê( que só pode ser levado lá até os três meses de idade) será seu sigma.
  Existiam originalmente, quatro sigmas: Ar,Água,Fogo e Terra. Mas somente três, hoje existem. Por quê? Perguntemos aos tiranos do fogo, ou se preferir mais especificamente, Madrakian I. Este, que foi o primeiro...

-Isso não me interessa- Murmurou John passando a página com raiva. Então ele depois de passar alguns minutos foliando o livro, ele achou algo interessante. Ali contava sobre a lenda dos sigmas.
  A lenda dos sigmas, 
a lenda do homem que conseguiu arrancar toda essência do sigma de outro homem. Aqui mostraremos forma de como realizar tal feito. Antes que tente fazer tal feito, deve ser um homem ou mulher de corpo com treinamento completo, e nenhum treinamento é melhor do que com os anciões na montanha sigmática. Então aqui começaremos...
- Então era por isso que Makin sabia tanto.- Disse John.
- John, tudo bem?- Disse Candra entrando na enorme biblioteca do imperador.- O que está lendo?
- Só estou pesquisando nos livros dele, para saber como ele tinha tanta informação dos meus planos com Átemo.- Respondeu John.
- Conseguiu o que queria?- Perguntou Candra, colocando carinhosamente com as mãos sobre os ombros de John.
- Sim, ele tem um livro, que explica direitinho uma parte do nosso plano.- John respondeu fechando o livro e colocando na sua mochila amarela, pendurada nas costas de sua armadura negra. John se vestia como um soldado comum, uma armadura que não era daquelas volumosas, mas sim aquelas apropriadas para o corpo para que ele possa se mexer o quanto quiser. Por baixos da placas de maládria, há suas vestes de panos ônico, de coloração branca. Mesmo com suor, sangue ou qualquer outro líquido nada suja suas veste ônicas. De armadura John só tinha braceletes, um peitoral e caneleiras. Usava luvas, que na parte dos dedos eram cortadas, de cor preta. Seu cabelos loiros bagunçados como sempre, mas que da até um certo charme a John com as mulheres, e parece estar chamando um pouco a atenção de Candra. Tem uma barba loira, com um corte nela como se fosse uma marca. Três para ser mais exato, de cada lado. Seu olhos castanho mel, também atraia muito as mulheres. E era um mel bem forte, como se fosse doce de leite ou uma moeda de bronze. Candra se hipnotizava só de olhar neles.
 Candra, apesar de John não nota-la( ele tem seus motivos.), também é muito bonita. Usava um vestido verde longo, mas depois que John a entregou uma lança ela cortou seu vestido para não ficar muito pesada nas batalhas, com a parte rasgada rapidamente conseguiu transformar em um short e a parte dos ombros do vestido também rasgou, ficando com os ombros descobertos. Como o vestido era de manga longa, e ela só rasgou a parte dos ombros  ficou com o braços cobertos. Candra tem um cabelo ruivo forte, muito forte. Sua pele branca como a neve. Seus olhos são verdes, mas um verde que parece em parte um pouco amarelo. Seu rosto é bem liso. Curvas acentuadas, uma mulher muito sensual, que seduziria qualquer homem, menos John. Seu braço esquerdo agora tinha uma ferida, que mais tarde será um cicatriz, causada por um micale na batalha que acabara de sair. Ele a arranhou com sua garra bastante afiada. Sendo uma mulher de Nilberrein ela é boa com qualquer tipo de armas. Principalmente arco e flecha, ela costuma dizer " Com o meu arco e flecha posso decidir minhas vitimas, e ver eles agonizando, confusos, pois nem sabem da onde veio a flecha." É uma mulher muito inteligente, e a unica princesa que já matou alguém. 
- Com licença, Lorde Hurt!- Um tsung parou na porta da frente e chamou John.
- Da próxima vez que me chamar de "Lorde", corto sua língua.- Disse John.- O que quer?
- Chegou uma águia. E ela estava endereçada ao senhor.- Disse o tsung, abaixando a cabeça esticando seu braço esquerdo com um rolo do que parecia uma mensagem.
- Tudo bem, dispensado.- Disse John pegando o rolo, e o abrindo.

     Meu caro amigo,
  Soube da batalha, espero que saiba que isso significa que será odiado para o resto de sua vida pelos micales. Você só não matou o imperador deles como também o rei. Você é um terrível, e é meu herói. Venha me ver, precisamos conversar o mais rápido possível. -Mace Drunk. 

- É, parece que eu já tenho um novo rumo.- Disse John, queimando o rolo que acabara de receber.
- O que?- Perguntou Candra.
- Nada de importante...- Respondeu John.-...Candra faria-me um favor?
- Claro.- Respondeu Candra.
- Escreva aqui as instruções de como achar a Kairina.- Disse John apontando para um pedaço de papel em cima de uma mesa na frente deles.
- O que? Por quê?- perguntou Candra se afastando de John muito espantada.
- Sabe qual foi o principal motivo dos Shinca terem criado suas Sword-Axs?- Falou John ainda com seu dedo sobre o papel, e olhando para ele.
- Matar dragões.- Disse Candra.- Você acha que teremos que enfrentar algum?
- Existe um lutador. Um lutador, sem sigma, que só quer realmente o reino. Ele é quem quase sempre está por trás das atitudes inexplicáveis da coroa.- Disse John.- Mas não é só nessas horas, ele controla a coroa a todo momento. Mas nem todas as atitudes reais, são por causa dele.
- Você está me dizendo que o orgulhoso rei Phoenix, é controlado por uma pessoa que nem ao menos tem sigma?- Disse Candra.
- Mulher, entenda: Sigmas não faz de ninguém mais forte, ou melhor. Eles só aumentam um coisa que é o ego dos que os tem.- Disse John esfregando as olheiras.- Por ser da família real, eu sei de coisas que eu /mesmo preferia não saber.
- Qual o nome desse homem?- Perguntou Candra.
- Aeon, o dragão neutro.- Respondeu John.
- Por que dragão?- Perguntou Candra.
- Foi o único que derrotou um dragão usando somente as mãos.- Disse John.
- E daí?- Perguntou Candra.- A Kairina como uma Sword-Ax comum, é feita para dragões e não para homens. Ele pode ter o título de dragão mas não é.
- Não, não é.- Disse John.- Ele é pior. Imagine um império de dragões atacando você de uma vez só, todos juntos. Esse é Aeon.
- Não, eu não posso.- Disse Candra.- Você acha que você realmente é capaz de usar a Kairina, usada para matar os grandes dragões conquistadores, os dragões elementais, que matou o grande rei Krii?
- Não serei eu que irei usa-la.- Disse John, que abriu um sorriso, que pareceu ter feito Candra ter entendido o que John queria dizer.- Agora, as instruções Milady.
  Em Siridium, Átemo, como de costume está na janela que ele mesmo projetou para pode ficar parado nela observando o por do sol no oeste. Ele sentia uma estranha sensação, algo como uma saudade do lugar de onde pertence, mas não era isso que Átemo sentia falta. Da janela, Átemo podia ver o sol sumir no meio das montanhas enorme, com neve até a parte aonde a imagem do sol acabava. Antes das montanhas há um bosque, com árvores cinzas. Uma escultura de gelo, estava formada, como se ali havia uma queda d'água ou uma cachoeira. Ele tinha saudade de algo que nunca vira, mas sonha com o dia de ver.
- Átemo?- Disse Lance subido as escadas mancando, com seu corpo quase todo enfaixado. Seu braço esquerdo estava com uma alça, que dava a volta no seu pescoço para não deixa-lo solto.
- Como vai garoto? Está se sentindo melhor?- Respondeu Átemo, virando para Lance sorrindo.
- Bom, já se sentiu na merda? Mas imagine que você caiu num monte de merda de vidro. É assim que me sinto.- Disse Lance soltando um risada, segurando para não sofrer muito. Olhou para o chão do corredor, e ainda estava manchado de seu sangue. No corredor, ao lado da entrada/saída da escada, há um porta e do lado dessa porta uma cadeira branca. Nela está a roupa de Lance, toda ensanguentada ainda. Sua veste que o próprio Átemo havia lhe dado, quando o soldado Kunéteno atacou ele e John. Uma blusa vermelha, e uma calça cinza. Átemo, tinha entregado braceletes também. Do mesmo material que a armadura de John, maládria. Na sua blusa vermelha, havia um capuz. Sua calça tem muitos bolsos.
- Vou te arranjar novas, não se preocupe.- Disse Átemo juntando as mãos, escondendo-as nas suas longas mangas. - E dessa vez você realmente será um do grupo de John. Usará negro.
- Todos que andam com John, precisam usar negro?- Perguntou Lace.
- Não, mas seria uma questão de estética e homossexualmente questionável você ficar usando tantas cores coloridas.- Respondeu Átemo.- Você deve atrair meninas, não faze-las pensar que você é outra de suas amigas.
- Tudo bem então.- Disse Lance.- O velhote vem me buscar?
- Quando você estiver melhor, o enviarei uma águia.- Disse Átemo sorrindo.- Vá para aquele quarto, vá descansar.
- Tudo bem.- Disse Lance entrando na porta ao lado da escada.
- Lance, pode deixar que eu cuidarei para que você tenha seus curativos trocados logo pela manhã.- Disse Átemo fechando a porta do quarto aonde Lance estava.

domingo, 21 de julho de 2013

7º Capítulo

- O que houve aqui?- Perguntou Átemo, saindo de uma lareira.
- Matei Makin, e com certeza os micales estão se reunindo.- Disse Jonh.
 Perto de onde estão, há um janela. Então começaram a ouvir uivos de micales, matilhas e matilhas entrando na cidade de Kunate. John e Átemo ficaram na janela, Átemo com sua armadura reluzente dourada, e John com seus trajes comuns. Então correram para a frente do castelo estes dois, e Lance e Candra também foram. Átemo fez um fogueira enorme, que dela começaram a aparecer soldados com espadas enormes, com a ponta da lâmina um pouco curvada, e marcharam para a linha de frente da batalha.
- Quem matou o grande imperador lobo?- Rosnou Ollophlin, o rei dos micales.
- Foi eu, e se me encher muito você é o próximo vira-lata.- Disse John.
- Micales, preparem para atacar!!- Rosnou Ollophlin.
- Tsung's preparar!!!- Gritou alto Átemo.
 E havia uma fileira inteira de tsung's com suas enormes espadas, e postos e formação.
- Atacar!- Ollophlin gritou.
- Defesa!!- Átemo e John ao mesmo tempo gritaram.
 E centenas de micales partiram para cima deles, mas ele simplesmente rodaram suas espadas fazendo um corte frontal em vários micales, acabando com mais de sete por cento dos micales que estava no ataque. Quando dez tsung's morreram, Átemo gritou:
- Atacar!!
 E então, a guerra se formou. Lance era muito atacado, mas desviava e conseguia matar todos o micales que via pela frente. Átemo, criou armadilhas, lugares marcados como um campo minado que escolhe em quem irá explodir. Ao todo Átemo matou sessenta e nove micales com as armadilhas. Ollophlin que tinha o ódio eterno de John por ter matado o imperador, e por te-lo chamado de vira-lata teve um confronto em particular com este no alto da  torre mais alta do castelo, que os dois escalaram só pulando até lá.
- Eu vou arrancar seu pescoço.- rosnou Ollophlin se preparando pra atacar.
- Eu não vou te matar, eu vou cortar seu rabo e seus pelos e quebrar sua patas traseiras e farei você desfilar na frente dos que sobrarem do seu povo.- Ameaçou John.
 Então os dois partirão um pra cima do outro, o rei lobo saltou em cima de John, que se desviou se abaixando e com sua espada na mão tentou cortar as pernas de Ollophlin que foi mais esperto, e girou no ar. Ollophlin por ser rei tinha os maiores poderes dos micales, e um deles é o controle do gelo. Então o lobo criou como se fosse pontas de flecha de gelo, que saiam da sua boca e as encaminhava para John. Este, com sua espada se defendia e destruía todas só posicionando sua espada contra elas. Deu um salto, e criou um lança chamas da sua mão e a direcionou até Ollophlin. Este, direcionou uma forte rajada de gelo como se fosse um dragão cuspindo gelo. E então o poder de John prevaleceu, e queimou Ollophlin todo. Como John havia prometido, cortou o rabo e os pelos de Ollphlin, e depois cortou as patas de trás do lobo. E foi ajudar os outros, pulou lá no meio dos tsung e matou três micales de um vez só, e vinham uma fileira de micales para cima de John. O grande espadachim, realizou só um deep cut, e a fileira inteira de lobo gigantes estava sem cabeça. Lance estava com problemas, haviam seis em cima dele. Os seis partiram para cima, ele como um aprendiz ainda matou 2, mais os outros quatro conseguiram morde-lo. Levou uma no braço, depois uma na perna, e depois os outros dois morderam na região de suas costelas. John chegou e matou todos de uma vez usando o deep cut.
- Garoto, resista!- Exclamou John.
 John o levou para dentro de uma casa, e voltou para a batalha. Ele e todos os tsung's conseguem exterminar os micales que sobraram, mas não se preocuparam com a vila de micales. Ele não queriam um genocídio, só destruir as tropas do Makin.
- Átemo, o garoto!- Disse John.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

6º Capítulo

 Em sua vigia da madrugada, Lance estava pensativo. Estava coberto com uma coberta preta. Ele ouviu um barulho e ficou atento. Ele pensou ter ouvido de dentro da floresta, na entrada dela do outro lado da fogueira.
Ele se levantou, correu para lá com sua espada de lâmina negra, com detalhes de ouro, como se fossem símbolos. De olhos atentos, olhava para todos os lados. Noght's surgiram, de cima das árvores.
- Só foi ela falar.- Reclamou Lance
- Aaah.- Gritou um Noght, que assim que lance percebeu quem era abriu um sorriso.
 O Noght veio com a comum lâmina no lugar da mão de um Noght. Todos ele fazem isso, e só podem usar este tipo de armas. Lance com sua espada empunhada, bateu na lâmina ela virou e trapaceou o Noght. O Noght não menos esperto, parou rapidamente e pegou impulso saltou para trás de Lance, e deixou sua lâmina na altura do pescoço o ameaçando.
- Faz tempo que não te vejo hein Lance.- Disse o Noght, ainda segurando a lâmina no pescoço de lance.
- O mesmo digo eu, Baldwin.- Disse Lance.
 Então ele se viraram, e deram um abraço um no outro. Depois Baldwin mandou os outros que deixassem eles. e foram para fogueira de onde Lance, Candra e John estavam.
- E sua mãe Lance? Como está?- Perguntou Baldwin.
- Morreu. Uns dois meses depois que você partiu.- Respondeu Lance.
- Sinto muito Lance.-  Lamentou Baldwin
- Vamos sentar ali.- Apontou Lance para a árvore aonde estava sentado antes.
 Baldwin, tirou de sua capa negra, algo como um pequeno violãozinho. Começou a tocar sing's baldwin't que ele mesmo escreveu:
                                     Vivendo na noite, vigiando os afoitos.
                           O mal não vê, mas usar de seu poder.
                         E as ondas do mar, me fazem chorar.
                    As memórias vem, E lembro de casa também.
 - Muito bonito hein.- Disse Lance.
- E você? Ainda toca?- Perguntou Baldwin, relembrando a sua infância junto com Lance.
- Não como antes, mais ainda lembro a musica que escrevi pro Terce.- Disse Lance, pegando o pequeno violão, e comeu a cantar:
                                                   Eram três, e ficaram dois.
                  Se amavam, vamos ver o que acontece depois.
                  Eram grandes amigos, de um o ouro tirou a visão.                             E do dia pro outro, este, me abateu com um punhal na mão.
- É, bons tempos hein Lance.- disse Baldwin.
- Sim. Já vai?- Perguntou Lance.
- Tenho vigias hoje a minha espera.- Respondeu Baldwin.- Soube do dragou em Raisenkar?
- Sim.- Respondeu Lance.- O...
- O temível Destrono, o dragão de fogo.- Disse John, que quase matou os dois de susto.-  Vocês sabiam que não existe somente dragões de fogo aqui em Skarpa?
- Sim. Já até confrontei um, o kalamiir.- Respondeu Baldwin.
- Você deve ser um Noght. Talvez quarta classe, será?- Supôs John.
- Quinta. Mas ainda esse mês quem sabe se eu descobrir quem quer matar o rei, não passo logo para a segunda né?.- Falou Baldwin.
- Tem alguém querendo matar o rei?- Perguntou Lance.
- Sempre tem.- Disse John, soltando um risadinha baixa irônica.
- Seu irmão corre perigo, e você fica rindo.- Disse Bladwin.- Vejo que você muito amante da união familiar.
- Como você descobriu?- Perguntou John, que com um sorriso no rosto brincava com as chamas da fogueira.
- O cabelo, o sigma, os olhos. E principalmente o rosto.- Respondeu Baldwin.- Você são muito iguais. Então você é o famoso, "Rei traído pela bondade" né?
- Isso é um apelido, ou título, feio para a minha pessoa.- Disse John.
- Por quê você tem esse título John?- Perguntou Lance.
- Vamos ver se você é inteligente mesmo, explique a ele caro Noght.- Disse John.
- A alguns anos, antes de Tiridiun III morrer, e só tinha dois filhos.- Começou Baldwin.- O mais velho, que ninguém nunca soube o nome, pois envergonhava a família por não ter matado um homem, que sem querer o derrubou. Ele alegava que não havia motivos. Mas a família queria que queria, que o garoto pusesse o homem em chamas, fazendo-o sofrer até a morte. Ma o menino não o fez. Então, seu pai o afastou do mundo e o prendeu em casa. Pelo contrário, sua mãe se orgulhou, pois pensou que ele iria ser perverso como o resto da família. Seu pai, o então rei ainda, o deixava semanas sem comer algo. Mas o menino era muito inteligente. Ele ficava sem comer, dentro de uma cela, da prisão. E sempre quando passava um lagarto ou um rato, subornava o guarda para trazer-lhe água. Então ele fervia a água co o animal dentro, e depois o assava com o seu sigma do fogo. O rei cansado já das bondades que o menino fazia, mandou executá-lo junto com sua mãe que o incentivava a isso. Mas ele já havia ficado forte, poderoso -mais até que o próprio rei- e escapou com a sua mãe. E desde então, o irmão mais novo do menino, Jonso I, virou o rei. E prometeu ao seu reino, que iria achar o seu irmão e iria decapitá-lo em praça pública.
- Quanta nostalgia.- Disse John, soltando gargalhadas.- Então quer dizer que o " Rei Phoenix" está em perigo?
- Sim, foi atentado de morte dezenove vezes já.- Responde Baldwin.- Mas como é impulsivo, e muito arrogante, sempre transformava os criminosos em cinzas antes que os guardas chegassem, E agora quer que os Noght's descubram quem foi.
- Entendi.- Disse John.
- Eu vou indo, majestade.- Se despediu Baldwin.
- Majestade?
- Majestade?
- Desde que eu era pequeno, nunca considerei Phoenix como rei, pra mim sempre foi o senho quem devia ter pego o trono.- Explicou Bladwin.
- Entendo. Se um dia eu for rei, você estará na lista de sucessão ao trono meu amigo.- Disse John, colocando a mão no ombro de Baldwin, e com um sorriso no rosto, como se nunca fosse acontecer.
- Adeus caro amigo.- Disse Lance.
- Adeus aos dois.- Se despediu pela ultima vez Baldwin, que escalou uma árvore de mais ou menos trinta metros em dois segundo, e foi pulando de te topo em topo.
- Vamos Lance, Precisamos partir para Kunate. Está na hora.- Disse John guardando as coisas. E ainda temos que levar Candra, Nilberrein.
 O dia amanheceu, e o trio já estava perto das muralhas enormes de Kunate. John, não foi para conversar com o imperador mas sim para outra coisa. Por esse motivo, não entrou pelo portão da frente, deu a volta na cidade inteira, sabia que o único jeito de entrar no castelo era por trás dele escalando a muralha feita de truro negro. Tal material, que se for exposto a outro bem quente gruda nele. Então John escalou a muralha, e Lance com o sigma da terra, fez com que um morro levantasse até o fim da muralha, e junto com ele Candra.
 E lá estavam no telhado do castelo do imperado, entrou pela janela de uma das torres, e foi descendo até o andar da sala do trono. Ele matou um guarda que usava uma lança...
- Saber usar isso?- Perguntou John para Candra.
- Eu sou de Nilberrein, claro que sei usar.- Respondeu Candra, pegando a lança. E começaram a descer a escada de novo correndo. Quando chegou no andar da sala do trono, na entrada do corredor da porta, John parou e olhou para ver se havia alguém. Tinha dois guardas na porta, que não foi difícil para Lance e Candra cuidarem. Lance fez um corte no abdômen e na garganta com sua espada, e Candra acertou a ponta da lança na cabeça do outro. John abriu a porta, segurando sua espada, sua voz havia mudado de novo, seus olhos voltaram ao cinza. O imperador tinha seis guardas do lado do trono, e os mandou para cima de John.
 Três vieram com espadas, que John no primeiro encontrou a sua espada com a dele, e outro vindo na sua direção ele segurou o outro com a mão. Ele derreteu a cabeça do guarda que segurava com a mão, deformando seu rosto de tanto fogo que John usou. E o que as espadas se encontravam, ele fez um movimento fazendo a espada do guarda ir para o alto, e encravando a sua no peito dele. Os outros assustados, partiram pra cima dele um com uma espada e quatro com lanças. Ele fez um movimento chamado: Deep Cut. Ele com sua espada cortava o ar, fazendo com que sua lâmina ganhasse energia e criando um corte de vento que só os melhores dos melhores espadachins poderiam faze com que sua espada segurasse esse movimento, ou golpe se preferir. Com o espadachim não era muito bom não pode segurar o golpe, e a lâmina de sua espada se partiu e ele foi cortado ao meio, junto com todos os outros guardas.
 John foi andando calmamente, para cima do imperador. John estranhou não ter visto nenhum micale, e Makin estar tão quieto, debaixo do capuz com forma de cabeça de lobo.
- Quanto tempo hein Makin...- Disse John.-...Por que você mandou que me matassem?
- Como assim?- Perguntou Makin, sarcasticamente, sorrindo.
- Acha que não percebi que era ele que ele estava me seguindo, e espiando?- Perguntou John, que estava a frente do imperador sentado no seu trono.
- Você deve morrer.- Disse o imperador.- Acha que eu não sei o que você está planejando com Átemo. Vão tirar o rei do trono, vão usar aquela lenda estúpida dos sigmas.
- Ela é real Makin.- Disse John segurando toda sua fúria.- Eu treinei com o anciões do norte, na montanha sigmática.
- Mas acha que isso vai derrotar o poderoso Phoenix?- Perguntou Makin.
- Seu idiota...- Disse John, que rapidamente com a luz, se inclinou e sua lâmina estava no pescoço de Makin.-...Eu não preciso daquilo, eu esquartejo ele sozinho, mas não quero me envolver nessa história. Não tenho nada a ver com isso, nem coisa minha é, só fui lá pra ter mais conhecimento. E você vai pagar pelo o que fez, ao tenta me matar mais de cinco vezes, sua cabeça é minha. Então na suas ultimas palavras me diga o por que fez isso.
- O Phoenix, ele me mandou o fazer. Está atrás de você, acha que você que quer mata-lo.- Disse Makin.
 E então John, corta a cabeça de Makin, se dirige ao carteiro que estava escondido atrás do trono e John tinha percebido. Ele arranjou uma caixa, e a endereçou para o Phoenix.
- Pode deixar, eu entregarei.- Disse o carteiro tremendo com a presença de John.
- Lance!- Exclamou John.
- O que?- Disse Lance que veio correndo a John.
- Se prepare, cuide de seus ferimentos, coma um pouco.- Disse John.- Enquanto eu peço reforços.
- Reforços? Pra que?- Perguntou Lance.
- Os micales vão entrar em guerra comigo depois de hoje.- Disse John, saindo da sala do trono.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

5º Capítulo

 A noite está calma em Rensake. As pessoas, como sempre, estão festejando. As ruas sempre acesas, com muita luz, musica e claro bebida. Mas na parte escura da cidade, na parte desligada, está ocorrendo um perseguição. Uma mulher, de vestidos longos, o segurando corre desesperadamente como se fosse morrer se fosse pega pelas muralhas que a perseguia. E ela corria para a entrada da cidade, que no caso para ela era a saída. Ela só precisava virar as esquina da rua de aonde estava, e estaria quase lá. Mas quando ela vira...
- Ai.- Gritou ela.
-Ai.- Disse o garoto, em que a mulher derrubou quando virou a esquina.- Não por onde anda?
 Ela levanta sua cabeça, e esticou seus braços e percebeu que ele tinha uma espada.
- Ei, me ajude? Por favor?- Ela quase implorando ao menino, se afasta e se ajoelha.
- O que está acontecendo?- Diz o menino levantando.
- Rápido, peguem ela.- As vozes dos homens ecoavam pela rua, e que pela suas sombras o garoto tinha entendido tudo.
- Fique atrás de mim.- Diz o menino, tirando o capuz que fazia uma sombra no seu rosto.
- Olha o que encontramos aqui...- Disse um dos bruta monte que chegaram correndo parando, e olhando para mulher atrás do menino.-...saia da frente garoto, não vai querer se machucar. Ou vai?
 Então o garoto sacou sua espada, e atingiu os dois de uma vez com o cabo da espada tão rápido que a mulher não pode nem ver com seus olhos. Ela simplesmente piscou, e ele estava com seu braço direito esticado segurando sua espada de lâmina negra virada ao contrário.
- Não me chame de garoto.- Diz o garoto, que se mostrou ser Lance.- Vou ajuda-la a sair da cidade e despista-los, depois siga seu rumo.
- Como assim?- A mulher perguntou a Lance. - Você tem raiva que te chamem de garoto, por se achar um homem certo? E vai deixar uma mulher, indefesa como eu, sair no meio da noite naquela floresta perigosa?
- É, tem razão. Venha!- Exclamou Lance.
 No meio da floresta clurite, John está sentado em volta da fogueira. Encostado numa árvore, segurando a máscara de lobo do soldado kunáteno que o atacou dois dias antes. Kunate, é famosa por seu imperador. Mesmo sendo um império, ainda é submetida ao rei de Skarpa, e a sua capital: Sirandum. Esta, é a capital, onde o rei daquele planeta governa o mundo inteiro. É a cidade mais rica e bem sucedida de toda parte central do Planeta. Oficialmente o planeta, é dividido por cinco parte. Norte, Sul, Leste, Oeste e Central.
Imagine um losango, e no centro dele ha um grande esfera. Esta é Sirandum.
 John está no norte de Skarpa. E cada vez mais está ao norte dela. Logo chegará ao império de Kunate. Kunate fica a uns quatro dias, de onde John e Lance estão. O imperador é conhecido por ter ao seu lados os micales. Lobos gigantes, que o salvaram quando pequeno. Então ele como um primogênito do imperador, transformou o império para humanos e micales. E então ele se transformou obsessivo, mas muito inteligente para governar com sabedoria. Tem o título de imperador lobo azul pois, todos os micales são brancos com a neve, e sua armadura é toda moldurada com certas aparências de  micales, mas só que azul.
- O que será que você estava pensando Makin?- Suspirou  John.
- Eai velhote, temos companhia.- Lance diz, saindo do meio das árvores. Para um instante para a misteriosa mulher passar, e espera para ver se ninguém a seguiu empunhando sua espada.
- Quem supostamente deveria ser essa? - Pergunta John, que escondeu rapidamente a máscara e levantando.
- Meu nome é Candra.- Disse a mulher.
- Não me importo com seu nome, mas sim com sua presença.- Disse John num friamente.
- Por favor me ajude?- Implorou ela, se jogando ao chão de joelho.
- Eu não sou um monstro, muito menos um rei, levante-se.- Ordenou John.- Que tipo de ajuda você quer?
- Segurança. Segurança até eu chegar em Nilberrein.- Explicou ela.
- Nilberrein? Isso é estranho. Eu não sabia que existia uma princesa Nilberrena.- John disse quanto pegava uma garrava de shiz.
- Como você sabe?- Perguntou ela assustada.
- Suas roupas, seu jeito, aparência e vamos ser sinceros...que outro tipo de mulher de Nilberrein, pediria segurança se não fosse alguém de muito valor?-  Explicou John, realçando o fato de que as mulheres de Nilberrein são bastantes orgulhosas para pedirem favores.
- Você é muito inteligente hein.- Ela disse
- Vai nos dizer o por que? E o que estaríamos protegendo?- Ele disse.
- Você está me assustando, como sabe que...esqueça.- Ela disse sentando num dos troncos em volta da fogueira, que foram feitos por John para que servissem de bancos talvez.- Eu sou uma shinca.
- Shinca? Isso não é um fato tão relevante para alguém, ainda mais uma mulher, de Nilberrein pedir segurança.- John diz.
-  Eu sei a localização da Kairina.- Ela diz, deixando John espantado ao máximo.
- Impossível. Como assim?- Ele pergunta espantado.
- O que é essa tal de Kairina?- Perguntou Lance, confuso pois de que o conheceu, nunca tinha visto John tão assutado.
- É uma Shita. Uma das ultimas espadas-machado. Elas eram feitas pelos guerreiros Shinca. Os guerreiros usavam essas espadas-machados para que pudessem proteger seu povo. Mas só que a proteção de seu povo era tão Superestima que, essas armas não era feitas só para fazerem um cortezinho, e talvez sobreviva. Era para fazerem terremotos na região inteira se eles quisessem, uma das armas mais poderosas que eu conheço.- Explicou John a Lance.- Kairina era a maior delas, a toda poderosa. Era assim que eles chamavam aquelas que podiam quebrar montanhas. E se você percebeu, quebrar, não cortar. Tinha três níveis: Montanhas, casas e homens. As homens eram as mais fracas. Dai os que usavam para matar homens eram constantemente gozados, zombados e humilhados. Mas um deles não suportava mais aquilo. Ele afiou o aço de sua espada-machado, transformando-a numa lâmina. E então matou todos de sua cidade Shinca. E com ele muitos foram. Esse homem foi o primeiro e quem criou a classe espadachim.
- Qual o nome dele?- Perguntou Lance fascinado com a história.
- Madrakian, I.- Disse John.- Sim o nosso primeiro rei, foi quem cometeu tal atrocidade. E esse também responde a pergunta de por que só pessoas com sigma de fogo podem ser entronizadas.
- Caramba. Essa parte da nossa história eu não sabia.- Impressionado, Lance disse. - E como era antes de termos o nosso rei bola de fogo? O que tínhamos?
- Nós tínhamos paz.- Disse John.- Então, aonde está a Kairina, senhorita Candra?
- Por favor, só Candra, assim me sinto uma velha.- Disse Candra.- Eu não posso dizer aqui. Pode ter alguém ouvindo.
- Você tem razão, então é por isso que eu vou dar uma rajada de fogo para todos os lados, E se alguém estiver ouvindo...- John solta um risadinha.-...não irá ouvi mais nada!
- Corre.
- Corre.
- Corre.
- Como você sabia que eles não iam achar que era um blefe?- Perguntou Lane.
- Lance, eu tendo o sigma do fogo, eu posso sentir qualquer coisa relacionada fogo. E estamos em cima de lava.- Explica John.- E eu sinto tudo que há sobre ela se eu quiser, e eu fiz um mapeamento. Ai percebi três pessoas ali, paradas como se estivessem nos espionando. E não era um blefe, pro inferno com eles, ele que estavam me espionando..
- Caramba, meu instrutor é psicopata assassino!- Exclamou Lance soltando um risadinha.
- Obrigado.- Agradeceu John, sarcasticamente.
- Podemos voltar ao foco?- Perguntou Candra.- Não está sentindo mais ninguém?
- Não, está limpo. Fale agora.- Disse John.
- Nas montanhas de Lucica. Bem no templo, no topo dela.- Candra disse.
- Caramba, é perto de aonde estamos indo.- Disse Lance.
- Você vão dormir, iremos partir cedo amanhã.- Ordenou John.- Eu fico de vigia, não vou dormir mesmo pelo menos terei tempo pensar em algumas coisas.
 Umas três horas depois Lance acordou, e foi até John que parecia já caindo de sono e de bêbado de tanto Shiz. O carregou e o botou para dormir. Lance então sacou sua espada, e ficou na vigia.
- Não consegue dormir?- Perguntou Candra.
- Não, e você?- Lance pergunta.
- Também não. Ai o que você tava fazendo em Rensake?- Perguntou Candra
- Eu fui tentar conseguir alguns suprimentos. E acabei conseguindo, e ainda consegui salvar um donzela indefesa.- Disse lance, fazendo com Candra ria.
- Desculpe por aquela hora, ter caído em cima de você, talvez não tenha sida uma boa primeira impressão.- Candra diz rindo junto lance.
- Tudo bem. Quem são aqueles caras?- Perguntou o menino.
- Eles trabalham para Doodle, um antigo Shinca que tem uma obsessão eterna pela Kairina.- Roca John, com voz de bêbado.- Vocês estão fazendo muito barulho. Calem a boca, ou corto a língua de vocês.
- Desculpe.
- Desculpe.
- Será que tem alguma coisa que esse idiota não saiba?- Pensou Lance em voz alta.
- A noite está linda. Vou tentar voltar a dormir.- Anuncia Candra.- Boa noite Lance, e obrigado por me salvar. Cuidado com os Noght's.
- Ok, boa noite para você também.
 Lance não conseguia parar de pensar na sua mãe, e não sabe o por que.